sexta-feira, 17 de julho de 2009

Desconheço o caminho que preciso seguir. Mas vejo a luz que necessito quando olho pra frente, o grande início. Não sou deslumbrada, vou passo a passo tentando conquistar o que posso, dentre tudo o desconhecido, que é meu maior amigo. Não tenho pressa, mas vejo o tempo voar, e o mundo rodar, as coisas acontecerem, e a necessidade de caminhar.

Carrego o mundo no colo, não consigo me separar de momentos, amigos e família. Não aceito o destino sem o que quero. Escolho o que faço, e sempre escolhi estar ao lado dos que amo, mesmo que para isso, fosse preciso não amar, ou necessariamente ser amada. E já sofri muito com os erros que cometi, pois os aceitei, e abri mão de muito que consegui. Aceitei errar, aceitei me machucar. Talvez era outra pessoa, que eu mesma desconheço!

Sou uma só. Uma Carol diferente para cada um que conheço. Cada um tem o que merece, o melhor de mim, ou o pior. Mas independente disso, sou uma só, pra sempre. Essa Carol vive na intensidade certa para sempre ser feliz, e aprendeu que quando se caí, rapidamente, se levanta! Para cada queda, temos uma mão amiga.


"Eu saí pra estrada
E não tenho pra onde ir
Sempre ouvi dizer
Que esse mundo era pequeno

Pelo caminho de espinhos
Avistei um mar de rosas
Pra chegar até lá
Eu preciso um pouco mais de tempo
Preciso de um grande amor
Preciso dinheiro, preciso de humor

Eu quero matar a vontade
Enquanto tenho saúde e idade
Fazer um pouco de tudo
Vender a alma pra poder comprar
O meu mundo"


P.S: Zelia Duncan me encantou, me sensibilizou, me instigou. Seu novo trabalho é magnifico. Onde consigo trilhar momentos da vida, momentos do passado, momentos atuais e momentos futuros.. Rita Lee e Ambição ganharam um novo tom!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

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Sabe quando mexemos na nossa própria ferida?

Eu tenho uma. Não é exatamente uma ferida. É um afeto. Um afeto que se chama amor. Um afeto tão grande que me machuca ao falar, me machuca ao lembrar. Me machuca ao sentir. Me machucar por não ter ao meu alcance esse amor.

São Paulo me faz refletir sobre minha vida. Por o simples fato de desejar que o meu futuro seja aqui. E sempre sonhei que o amor se unisse aos sonhos. Na minha realidade, o sonho vai ser alcançado, mas o amor, é o que carregarei como a ferida que nunca fecha. Hoje fui almoçar com uma amiga, que me conhece por inteira, sentadas num restaurante, em uma única pergunta, ela conseguiu de forma sempre delicada, fazer com que meu coração dispertasse para o fato que esse sentimento existe, tão forte como o primeiro dia, e tão distante, como o último. E falasse sem parar.. como se estivesse tão perto de alcançar algo. Mas era somente um desabafo sem consequências de quem carrega sentimentos..

Não me envergonho de ainda amar. Mas me envergonho de não conseguir amar outra pessoa. Não sou feliz ao não poder dar o que a outra pessoa espera. Queria poder dizer eu te amo novamente, e viver intensamente esse sentimento que abrange tantos outros. Queria ter a certeza que poderei encontrar outra pessoa, seja quando for, e ver nela, a certeza que sou capaz de renascer sentimentos que em mim estão tão escondidos.

Ao mesmo tempo, a minha vida caminha como se esse amor não existisse. Eu consigo viver. Consigo respirar. Consigo me relacionar. E sou feliz. Eu não lembro de que amo. Eu lembro que quero amar. Eu não lembro quem eu amo. Eu lembro que quero amar alguém. Eu não lembro que vivi algo tão lindo. Eu lembro que quero viver coisas novas. E consigo, sabia? Vivo intensamente. Vivo tão intensamente, que o sentimento se esconde entre tantas ações e reações.

Mas, basta uma amiga, com intimidade, ser direta e pontual, que eu me desabo, volto ao ponto que desejava viver, mas não posso. Basta uma amiga ser sincera, que vejo como o amor dói. Basta uma amiga me ouvir, que entendo o quanto da outra existe em mim... Basta o amor entrar em cena, pra entender, que não podemos simplesmente ignorar, podemos sim, continuar.. Continuar a entender que a vida nos dá chances, e se perdemos, temos que aceitar. Eu queria poder voltar ao tempo, somente para não amar tanto, quanto eu amei. E assim, hoje, esse amor, não existir. Mas ele vive dentro de mim.. escondido, mas existe.

Ju, minha amiga, obrigada pelo almoço de hoje, e por entender o que minha cabeça pensa e passa! Te amo, pela sinceridade, pela amizade, pela objetividade, pelo amor! O amor que me faz tão bem, o de amigo! E principalmente, por permitir eu desabafar o que carrego tão dentro de mim..

E acho que hoje, não tão dentro de mim, mas exposto entre palavras. E as palavras é o minimo, perto da dimensão..

"(...) E eu não existo sem você.."

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Admirar o desconhecido é como entregar um sentimento ao vento..

Quando somos apaixonados por algo, nos tornamos dependente do que nutre esta paixão. Sou apaixonada por música, e naturalmente, o nutriente para sua existência são os grandes interpretes e compositores. Por seguinte, a produção oriunda deles reflete na minha vida, reflete nos meus atos, reflete nos meus pensamentos. Uma música carrega sentimentos, a alma de um artista, características tão próprias que nos faz ser admiradores dos criadores e expositores desta criação.

Tenho ídolos que me desconhecem. Tenho ídolos que me conhecem. Mas nada muda a condição de admiradora, e de admirados. Nasci e muitos deles já eram consagrados. Cresci e continuaram consagrados. Entre releituras de gostos, tem sentimentos que se entregam a novidades, e tem os que jamais são esquecidos. Me perco entre tão lindas canções e tão grandes interpretações. Minha alma é traduzida por cifras, notas musicais.. Meus sentimentos são expostos por vozes.. É a união de uma realidade vivida por outro, com a minha. Eles jamais vão saber, mas a cada frase um pouco de mim é decifrado.

Não posso jamais entender o que se passa na cabeça dos meus ídolos quando criam canções tão inteligentes ou quando soltam a voz como se tivessem entregando a alma ao momento. Mas posso fazer minhas interpretações, e por isso, sou admiradora. Magicamente consigo trazer pro meu mundo, o que desejo, e fazer com que cada passo dado por eles, dentro da sua profissão, façam parte de mim, a palavra, a voz, a música, eleva a alma, eleva a vida.

Eu lembro do meu primeiro choque ao perder um ídolo, não musical, mas ídolo nacional, ídolo que amava ver, torcer e admirar, distante, mas sempre vendo como fonte de alegria para um povo tão sofrido. Quando Ayrton Senna morreu eu tive a sensação do que é perder o desconhecido. É chorar por alguém que jamais te viu, mas com certeza, dependia dessa grande multidão para crescer, e continuar sua vida profissional. Foi um choque, foi triste, cada momento, cada notícia. E ai foi a primeira vez que me perguntei: E quando meus ídolos musicais partirem?

No mesmo ano choques pessoais foram grandes, diria os maiores até hoje. Mas lembro o ano chegando ao fim, e mais um ídolo partindo. Era Tom Jobim, o grande mestre, aquele que até hoje faz com que meus olhos se encham de lágrimas, o responsável por canções tão inspiradoras, e o que me fez cantar por séculos: 'O samba de Maria Luiza é bonito pra chuchu, e é por isso que o Papai está apaixonado por você'. Eu era nova, mas por tanto admirar, sofri, chorei, gritei, e pensei: Quando meu próximo ídolo partir, como vai ser?

Ainda jovem, vi o sucesso crescer e curti a divertida relação do palco/música/artistas/fãs que o Mamonas Assassinas criaram. Era admirável ver a simplicidade e a criatividade que eles tinham. Não chegaram a ser ídolos, já que não deu tempo, e muito menos seu estilo me contagiava. Mas conquistaram minha adolescência, já que eles eram febre. Como esquecer do show deles? E da mesma forma que chegaram, sairam de cena. Foi chocante. Foi devastador. E ai comecei a entender a relação artista/fã, e sentir o quanto difícil é gostar do desconhecido. E continuava a me questionar: A vida continua, e isso dá medo, quais serão as próximas cenas?

O tempo passou, e veio o que eu jamais esperava, o desespero em perder quem tanto gostava. Era fim de ano, eu recebia amigos para o melhor reveillon que poderíamos ter, e não tivemos. Tínhamos certeza que iriamos estar de frente para nosso ídolo, brindando a vida e todas juntas, mas não conseguimos. Cassia Eller partiu. Mas como Cassia Eller morreu? Era inaceitável. A voz que nos representava, que gritava, que cantava meloso, que arrepiava, que irritava, e que fazia que de longe, fossemos admiradores fiéis. Ela não podia ter morrido. Mas a única certeza da vida é a morte, e mais uma vez, um ídolo meu partiu. Eu tive medo de me questionar quem Deus levaria.

Com o tempo, passamos a ter mais sensibilidade, passamos a admirar poucos ou muitos, mas uma qualidade comum, e o sangue bate pelo mesmo ritmo. Meus ídolos continuavam me fazendo feliz. Eu continuava lado a lado do desconhecido e do conhecido, com meu sentimento solitário.

Jamelão morreu. Foi assim que recebi a notícia. E foi a maior queda que pude ter. Jamelão já tinha idade, mas pra mim, Ele ainda iria viver muito. Jamelão representa meu amor pela Estação Primeira de Mangueira. Eu chamei Jamelão de vovô e achava que era intima dele quando pequena. Por Ele, sou Mangueira. Jamelão fechou meu coração por dias, meses. A tentativa de entender a sua partida, me fez ficar próxima do meu amor pela Mangueira. Mas nada é igual. Sem Jamelão o Morro é triste, os tambores se calam, e alegria não é a mesma.

Semana passada, o mundo parou. E eu parei também. Não pude acreditar que Michael Jackson, dias antes de começar uma turnê, onde todos acreditavam num "levanta, sacode a poeira e da a volta por cima", faleceu. Ele é mortal, quando todos pensavam que era imortal. Ele modificou a música mundial. Ele mudou a dança, o conceito de shows, de clipes, e porque não de composições? Michael é referência em tudo. Novamente me vi perdendo um desconhecido, mas que é meu ídolo. Foi dolorida cada notícia, cada momento, e continua sendo, enquanto a mídia continuar levando esse assunto ao topo. Michael é eterno. E ficou a dor.

E hoje, me pergunto, será melhor não ter ídolos? Assim não sofro pelo desconhecido. Mas como viver sem eles, se eles alimentam minha alma, alimentam o coração e fazem ou fizeram as coisas mais lindas que eu já pude ver. São almas que não conhecem sua própria grandeza. São pessoas que nunca vão encontrar o significado do que representam para seus fãs, jamais vão entender que o mundo pode dar mil voltas, mas o sentido fica no que foi feito, e esse feito faz com que a admiração nunca cesse. Meus ídolos estão partindo, mas eternamente, eles estão comigo, porque para seus fãs, se tornam eternos.

Ana Carolina e Milton Nascimento. Eu diria que esse momento, eu jamais quero ver. E por isso, prefiro me perder, para assim poder perdê-los...

Ser fã é um caminho solitário. Mas sabe, essa solidão é apaixonante!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

São Paulo me encanta. Me encanta o barulho. Me encanta as pessoas. Me encanta o louvável ir e vir. Me encanta as ruas acesas e cheias. Me encanta os bares noturnos. Me encanta a beleza da Paulista, que jamais perderá seu charme. Me encanta a Igreja Santa Cecília ou da Sé. Me encanta o metrô lotado ou vazio. Me encanta os trocadilhos. Me encanta o café. Me encanta nada ter fim. Me encanta a sopa deliciosa da Galeria dos Pães. Me encanta as boates que possuem o melhor dj para o meu deleito. Me encanta os shoppings, sempre cheios e produzidos para receber seja quem for. Me encanta o Ibirapuera, sorrindo para a vida. Me encanta caminhar, entre carros, barulhos, pessoas, paisagens e muita vida. Me encanta ter tantos amigos especiais, numa cidade tão especial. Me encanta sempre ser surpreendida em SP. Me encanta saber que meu sonho é viver nesta capital que 24 horas tem vida, e durante essas 24 horas, podemos ser supreendidos.

São Paulo me traz a eterna sensação que 'viver é bom demais', e que não podemos deixar pra trás nenhum minuto, já que todos nossos minutos são valiosos. São Paulo me fortalece, me acolhe, me abraça, me anima. Sim, eu sou uma carioca, apaixonada por São Paulo e por paulistas. Sabe a única coisa ruim de São Paulo? É ter que dizer: até breve..

Na cidade de São Paulo TUDO é imprevisível..

sexta-feira, 5 de junho de 2009

justiça e fé...


“O que ama ao seu próximo não lhe faz nenhum mal. Pois o amor é o cumprimento total da lei.”

Deus é justo com os corações bem aventurados. Cresci acreditando na Doutrina em que toda a minha família seguiu, o catolicismo. Sou católica, por opção, e nunca, mesmo tendo toda família diretamente ligada, foi imposto a mim, seguir o catolicismo. Tenho orgulho de amar a Deus sobre todas as coisas. Por vezes, me desvirtuo, e verifico que estou errada, já que meu coração tem uma fé, e essa é incontestável. A fé divina.

Talvez poucas pessoas da minha idade, tenham seguido os dogmas católicos, escolhas e acreditar naquilo que Deus nos propôs. O meu Deus é somente um, e é esse que me faz crer que tantas coisas em nossas vidas acontecem para que possamos ter a certeza que Ele existe, e não desistimos da continuidade natural imposta, e que eu consiga driblar as dificuldades existentes no futuro.

Respeito todas as religiões. Tenho amigos que escolheram outras como fonte de fé. Tem outros que desacreditam em Deus. E assim, sabemos que o mundo caminha, com sua divisão natural, e cada um com sua certeza ou sua fé. Como todo bom católico, tenho minhas contradições em relação a minha própria religião, mas que jamais me afasta do principal: o amor e Deus.

"A justiça pode irritar-se porque é precária. A verdade não se impacienta, porque é eterna." (Rui Barbosa)

Deus é justo. Deus nos ensina a sermos justos. Pregar a justiça é caminhar abraçado a fé, esperança e ao amor. Aprendi desde pequena que temos que ter esses três parâmetros para que possamos seguir, assim sigo, com a minha justiça, e com a justiça de Deus, que jamais desampara, aqueles que trilham o caminho do bem.


[Esse post não é somente uma declaração da minha fé. Mas também, um argumento da fé humana, onde não podemos esquecer que todos nossos atos, refletem nos dos outros. E para conseguir seguir, é preciso muitas vezes dar passos pra trás, e recomeçar. Um conselho, se possível? Aprenda a usar a palavra desculpas, ela é capaz de milagres]

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A vida. O bem maior. Pela vida, nos entregamos à alegria, a tristeza. Com a vida, caímos e levantamos. E vivendo, aprendemos a valorar sentimentos tão essenciais ao ser humano: o amor, o carinho, a união, a caridade, a amizade e a renúncia.

A renúncia é capaz de nos completar sem que percebemos. Renunciar ao que nos faz mal é um elo necessário para que tudo volte ao seu eixo. Renunciar as dores. Renunciar ao excesso. Renunciar a tristeza. Aprendi a renunciar, como aprendi a amar. Desta forma, consigo caminhar e me libertar de coisas que achamos que são eternas, ou que precisamos para o nosso caminhar.

Mais um ano se passou. Meu último aniversário estive longe do meu país, mas vivendo intensamente o amor, o carinho, a união, a amizade e a renúncia. Renunciei temporariamente coisas, para estar ao lado de quem amo: minha irmã, meu afilhado e meu cunhado. Lembro do bolo do Brasil, que fizeram pra mim. Lembro do bolo no trabalho. Lembro do chantilly na cara e do banho de água. Comemoração americana é rápida, mas é intensa. Depois de um ano, vejo o quanto aprendi, e o quanto ganhei.

Quantas coisas aconteceram. Muito trabalho. Tatuagens. Estados Unidos. Despedida. Lágrimas. Amigos americanos, latinos, brasileiros e um tchau. Antonio, maior amor. Mariana, vida. Vicente, aprendizado. Vovó Anna, anjo vivo. Mãe, paixão. Alan, desabafos. Patrícia, doação. Allana, vida. Tia Tininha. Incondicional. Tio Leo. Amigo. Hanna. Iluminada. Marcus, amado. Rebecca, carinho. Tia Fafá, alegrias. Tio Leo, lembranças. Tia Dora, dor. Saudades. Rodrigo, Papai, Vovô. Pessoas. Amigos. Movimento. Emails. Tentativas. Saúde. Nascimento do Pedro. O retorno a faculdade (que vitória). A coluna melhorando. Crises. Desmaios. Saúde. São Paulo. Rio de Janeiro – como eu te amo. Receita Federal. Trabalho. Amigos. Tristezas. Muitas tristezas. Distância. Fraca. Remédios. Ausência. Coragem.

Mais um ano se passou, e a vida continua sendo o bem mais importante...

Dedico a minha vida: (1Coríntios 13, 1-13)

1"Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e dos anjos, se eu não tivesse o amor, seria como sino ruidoso ou como címbalo estridente. 2Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência; ainda que eu tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse o amor, eu não seria nada. 3Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos famintos, ainda que entregasse o meu corpo às chamas, se não tivesse o amor, nada disso me adiantaria. 4O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho. 5Nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. 6Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. 7Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8O amor jamais passará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência também desaparecerá. 9Pois o nosso conhecimento é limitado; limitada é também a nossa profecia. 10Mas, quando vier a perfeição, desaparecerá o que é limitado. 11Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança. 12Agora vemos como em espelho e de maneira confusa; mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é limitado, mas depois conhecerei como sou conhecido. 13Agora, portanto, permanecem Estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. A maior delas, porém, é o amor."

segunda-feira, 6 de abril de 2009

"Vai minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer

Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
"É só tristeza e melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai

Mas, se ela voltar
Se ela voltar que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca

Dentro dos meus braços, os abraços
Hão de ser milhares de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim

Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim
Não quero mais esse negócio
De você longe de mim
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim"

O grande amor é eterno, mesmo lutando e remando contra a maré. Tenho limites, e dentre esses, falhas. Mas quando dois se torna um, não existe como mudar.

Eu te amo.